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Na
foto acima, o Dr. Ubirajara Rodrigues está com Claudeir Covo,
do INFA.
DR. UBIRAJARA RODRIGUES
e os mistérios no sul de Minas Gerais.
Em 1996 muito falou-se sobre o famoso ET de Varginha. O tema virou assunto de cada papo entre amigos. De repente, ninguém sabe exatamente o que aconteceu na cidade, que hoje tenta até capitalizar com o comércio da imagem do tal ET.
Para tentar fugir um pouco de tanta especulação e tentar entender os fatos, o TIME BURETA procurou o Dr. Ubirajara Franco Rodrigues que, além de ser um grande advogado em Varginha (MG), é um dos mais respeitados ufólogos do país.
O legal da entrevista é o jeito como o dr. Ubirajara fala, apresentando argumentos interessantes e evitando sensacionalismo.
De quebra, ele ainda nos revela que é fanático pelos teclados de Rick Wakeman e que só assistiu a três episódios de Arquivo X.
Como o sr. começou a estudar Ufologia?
Na
realidade a Ufologia não me interessava, até os idos de
1969/1970. Sempre me interessei por fenômenos paranormais,
principalmente por assistir a uma série de experiências
realizadas com Hipnose, pelo meu falecido pai, que eram realizadas na
maioria das vezes na presença de médicos e outros
profissionais ligados à área de saúde, inclusive
mental, como psiquiatras e psicólogos. Minhas incursões
pelo mundo dos chamados objetos voadores não
identificados eram eventuais, através de jornais. Este
caráter superficial das informações que colhia
fazia com que minha atenção não fosse
direcionada para um mínimo de credibilidade que o fenômeno
pudesse ter. No entanto, foi exatamente o notável aumento de
relatos e notícias que me fez resolver colecionar, iniciar um
arquivo de registros e isto parece ser um passo inicial de
todo ufólogo. A partir daí, ocorreu naturalmente um
crescente interesse. Quando percebi que minha região era
especialmente marcada por um grande número de alegados eventos
de cunho ufológico (o Sul do Estado de Minas Gerais abriga um
índice de registros dos mais consideráveis do mundo,
isto é um consenso), notei o excelente campo de estudos que
podia ter logo às mãos. Portanto, nenhum
evento especial, pessoal, conduziu-me à dedicação
pela Ufologia. Foi, em suma , este interesse crescente. Alguns anos
se passaram para que eu me conscientizasse de que o tema, requer um
mínimo de conhecimento, ao menos embrionário, empírico
que seja, sobre diversos assuntos relacionados ao fenômeno.
Principalmente de ciências humanas. Minha postura tornou-se
objetiva não se estuda ufologia sem que o pesquisador
tenha de contar com pessoas credenciadas nessas diversas áreas
científicas, sem a assessoria delas. Portanto, um
ufólogo é, para mim um investigador de ocorrências,
um organizador de casuística, para que o fenômeno seja
considerado sob todos os ângulos possíveis, à luz
das ciências, mesmo que a limitação para tanto
seja evidente. Até pela impossibilidade de reprodução
do fenômeno, para uma experimentação objetiva,
ainda que a análise de depoimentos seja um recurso
indispensável, na verdade quase tudo com o que contamos.
O
trabalho do sr. no caso Varginha foi comentado até na
revista
Fortean Times. Seu trabalho é mais respeitado no
exterior
que no nosso país?
Desde a época citada meu trabalho é conhecido (reconhecido por alguns, certamente criticado por outros) nos meios ufológicos, do Brasil e do exterior. Descobri e divulguei para os anais da ufologia alguns casos considerados importantes, já tidos como clássicos da ufologia brasileira. Porém, bom repetir, meu trabalho sempre foi mais dirigido aos próprios meios, através de boletins, congressos e encontros. Isto é, aliás, uma característica da ufologia, tanto aqui como lá fora. Aqueles que lidam com o assunto, geralmente conhecem-se entre si, ao menos através da divulgação das pesquisas. O Caso Varginha, pelos motivos óbvios, é hoje considerado o de maior impacto da história, após o propalado Caso Roswell, acontecido nos EUA em 1947. Esta intensa divulgação cuja atuação da Imprensa representou, talvez pela primeira vez, um trato de caso ufológico na maioria das vezes com seriedade fez com que o caso extrapolasse os meios estritamente ufológicos, e por isto pessoas envolvidas, tanto testemunhas quanto pesquisadores, tornaram-se conhecidos pelo grande público. Mas não noto diferença, resguardados os limites da atenção pelo assunto, no reconhecimento do meu trabalho no Brasil e no exterior. Como disse, as opiniões divergem substancialmente, tanto a favor do Caso, como as contrárias, aqui como fora. Eu poderia citar publicações, rádios e TVs, bem como veículos exclusivamente dedicados à ufologia, do Brasil, que trataram o Caso com a maior atenção, seriedade e respeito. Meu trabalho portanto, cujo papel não é tão irrestrito no contexto do Caso, tem o reconhecimento correspondente no Brasil e isto faz parte do incentivo que qualquer pessoa precisa e gosta de ter.
Sei
que o sr. poderia escrever um livro com tudo o que
foi estudado
sobre Varginha. O sr. poderia nos contar o
que exatamente
aconteceu na cidade?
Exatamente seria impossível. Bom frisar que nós, os pesquisadores do Caso, não sabemos de tudo o que ocorreu aqui, na época. Conhecemos alguns fatos, dentro do grande contexto que já mencionei. Hoje, a impressão que tenho é exatamente esta enquanto a negação sistemática dos meios e instituições envolvidos permanecer, nossa atuação será extremamente limitada. Ninguém pode esperar de mim (não estou autorizado a falar em nome de outros pesquisadores envolvidos) a afirmação de que o que apareceu por aqui foram, definitivamente, seres extraterrestres. Tudo indica, e não me constranjo em afirmar, ciente das críticas, que as criaturas capturadas não são classificadas pelos sistemas de biologia e afins. Em resumo, dos fatos não tenho dúvidas. Num resumo extremamente singelo, no dia 20 de Janeiro de 1996 ao menos duas criaturas foram capturadas, uma pela manhã e outra ao anoitecer, respectivamente por bombeiros e por policiais militares, com acompanhamento e coordenação do Exército. Uma delas foi conduzida, ainda viva, para a Escola de Sargentos das Armas (EsSA), de Três Corações, uma unidade militar respeitadíssima. A outra, por mais absurdo e incrível que possa parecer, passou pelo Hospital Regional, logo ao anoitecer e posteriormente conduzida para o Hospital Humanitas, de onde saiu morta, levada para a mesma Escola por um comboio militar. Eu muito gostaria de detalhar tudo isto, como por exemplo o início de uma série de eventos que culminaram naquele dia 20, passados desde uma semana antes, a partir do dia 13. Citar o envolvimento de dezenas de pessoas, testemunhas e informantes conhecidos, outras mantidas em sigilo pelos próprios pesquisadores, mas sei que o espaço não permitiria. Tudo com a finalidade de argumentar que o Caso não se trata apenas do rápido avistamento (cinco ou dez segundos, talvez) de três garotas, de um ser estranho e feio na tarde do sábado dia 20.
Na
época, comentou-se que os alienígenas de Varginha
teriam sido trazidos para Campinas, para serem estudados
na
Unicamp. Isso é verdade? Pode haver alienígenas na
universidade ainda?
A distância física tornou nossas investigações em Campinas bem mais limitadas do que as realizadas em Varginha e Três Corações (onde se instala a EsSA). Mas foi possível colhermos uma série de informações, para nós seguras, na UNICAMP. E eu estou me referindo a vários grupos de estudos ufológicos e muitos informantes, como TESTEMUNHAS DIRETAS, PRESENCIAIS, DE DENTRO DA PRÓPRIA UNICAMP. Sim, no dia 22 praticamente o mesmo comboio que havia retirado o cadáver do Hospital Humanitas, em Varginha, o enviou para a Unicamp. JUNTAMENTE COM A OUTRA CRIATURA, QUE CHEGOU VIVA NA UNICAMP. Porém, apesar de muitos detalhes que conseguimos, inclusive sobre a participação do Prof. Fortunato Badan Palhares e muitos outros cientistas, o conhecimento que temos sobre os fatos param exatamente aí. É bom lembrar que, à época, os ufólogos agiram tão depressa e com assédio às informações, que o processo de acobertamento do que se passava possuiu falhas flagrantes, que nos propiciaram descobrirmos muito. Quando no entanto chegamos a agir em Campinas, parece que uma mudança de método, uma estratégia mais eficiente, entrou em campo. E a partir de Campinas nada mais sabemos. Portanto, se o material ainda se encontra por lá, se foi para o exterior, enfim, o atual destino, simplesmente não possuímos a mínima idéia. Infelizmente a grande e permanente repercussão do Caso tem seus lados negativos, inconvenientes e este é um deles há publicações, sites na Internet etc, que dão informações completamente truncadas, contraditórias e que parecem não ter entendido as nossas próprias afirmações. Por exemplo, conheço alguns que dizem ter eu afirmado que as criaturas foram levadas para os Estados Unidos. Jamais afirmei isto. Não tenho dados para tanto, sequer para supor, repito, sobre o atual destino delas.
Pode
haver alienígenas vivos, em cativeiro, no Brasil?
Ufólogos acham que sim. Mas, particularmente, não li nem ouvi de qualquer deles algo de concreto a respeito, ou que mereça ser levado em conta como informação segura e séria nesse sentido. Mera suposição. Eu não gosto de fazer suposições, mesmo lidando com um assunto que para muitos não passa de um amontoado de dados esparsos sem firmeza. A questão de alienígenas, por exemplo, é algo que para mim ainda se encontra realmente no campo da simples suposição. Acredita-se que por detrás do fenômeno OVNI possa haver um percentual atribuível a uma tecnologia de fora. E eu até aceito isto. Porém, ter eu uma aceitação de cunho estritamente pessoal, ou acreditar em algo, é uma coisa. Mas evidências seguras, ou provas como muitos exigem de forma salutar, são outra coisa bem diferente. Vai uma enorme distância.
O
que é o Echelon? O sr. acredita que nossa entrevista
pode
estar sendo monitorada por esse dispositivo?
O Echelon seria um sistema de rastreamento e espionagem de telefonemas, faxes e e-mails, não apenas de instituições governamentais e militares, mas também de todas as pessoas do mundo. Sinto-me totalmente desqualificado para opinar sobre isto, a não ser que tivesse um conhecimento mais apurado de informática e telecomunicações, para ao menos acreditar nesta possibilidade, em termos técnicos. Estaria sob a coordenação da Agência de Segurança Nacional americana (National Security Agency NSA) e monitorando as comunicações inclusive de ufólogos. Sobre este assunto, a Revista UFO, de que sou co-editor, trouxe um interessante artigo de meu colega Aldo Novak, na edição de número 76. O Echelon serve para exemplificar a tal mania de conspiração de que nós ufólogos somos acusados de nos acometer. É um prato cheio para os críticos. Porém não deixa de ser curioso observar que na política, nos negócios, até nos experimentos científicos, existe toda uma estratégia de sigilo e de despistamento. Mas fazem questão de dizer que apenas os ufólogos têm tal mania. De repente algumas coisas aparecem confirmando que, a cada dia, os meios governamentais agem sob um complexo processo de intromissão na vida privada e inspirados por uma política de acobertamento de aquisições tecnológicas e de influência. Por exemplo, desde 1999 o Vaticano instaurou inquéritos para apurar atos de espionagem que os Estados Unidos teriam praticado contra o Papa. Mohamed Al Fayed está processando a CIA, a NSA, o Departamento de Defesa e o Ministério da Justiça dos EUA alegando que seu filho e a Princesa Diana estavam sendo espionados quando do fatídico acidente que os vitimou. A Revista Veja vem publicando eventualmente matérias sobre monitoramento individual, inclusive com a possibilidade de implantes de chips sob a pele para uma série de seguimento de funções vitais e localização. Ora, a ufologia vem mencionando há décadas supostos seqüestros de humanos que teriam recebido implantes assim em casos ufológicos. Agora, nossa própria tecnologia é capaz disto. Recentemente o Gazeta Mercantil tratou do assunto em matéria extensa, enfocando o monitoramento por um sistema por alguns intitulado Echelon. Portanto, tais afirmações, como se vê, não partem apenas de especialistas em ficção, ou de pseudo-cientistas como ufólogos. Bem, nada possuo de informações, por mínimas que sejam, como resultado de minhas pesquisas pessoais. Se esta nossa entrevista estiver sendo monitorada, isto pode ser desde a atuação de um hacker, como a de algum sofisticado sistema de rastreamento. Com a palavra os especialistas, não eu, apenas um ufólogo.
O
que são os Chupacabras?
Com destaque para Porto Rico, dentre outros Países, algum tipo de animal desconhecido estaria periodicamente atacando transeuntes desavisados e criações. Há estudiosos que preferem acreditar que se tratem de criaturas extraterrestres, resultantes de experimentos alienígenas para testar nossas reações e até colher alimento, mormente carne, inclusive a humana sic. Não há que se confundir esta folclórica figura, o chupacabras, com certas ocorrências em que são achados animais nos pastos ou em currais com mutilações não explicadas, tais como cicatrizes delgadas, sem órgãos internos, sem úberes ou órgãos sexuais, como se submetidos a uma cirurgia feita com o uso de tecnologia avançada . Casos assim são considerados pela ufologia como merecedores de atenção e credibilidade. Particularmente, não conheço dados suficientes para aceitar a figura do chupacabras como autêntica. Ao contrário, todos os casos que conheço, ou que pude pesquisar pessoalmente, mostram a atuação de predadores conhecidos, como onças e principalmente cachorros. E cachorros domésticos! Isto não é absurdo como os mal informados acreditam. Cães, vez por outra, parecem exercitar sua selvageria, mesmo criados a mamadeira. No meio rural, em fazendas, acontecem ataques de cães a galinheiros e a ovelhas e novilhos. No final do ano passado, um ataque do chupacabras foi flagrado por fazendeiros de Três Corações, MG. Eram cães, alguns deles portando coleiras. Outro aspecto curioso disto é que algumas Prefeituras, ao recolherem cães das ruas, soltem-nos em fazendas e em outros municípios, ao invés de sacrificá-los. Esses animais partem à procura de comida, ademais já escassa pelo cerco de divisas, queimadas etc, o que obriga inclusive felinos (como a suçuarana, que aliás costuma matar a presa apenas para lamber o sangue e alimentar o filhote) a atacar criações. E nem sempre as lesões atingem vias sanguíneas importantes, o que evita que sejam encontradas poças de sangue próximas, provocando espanto nos desavisados.
Há registros de abduções no Brasil?
Muitos.
O Brasil é um dos maiores celeiros do mundo em eventos
atribuídos a supostos UFOs. Também aqui já é
tempo de a Ufologia separar depoimentos em duas espécies
diferentes de alegadas experiências. Hoje em dia considera-se
como abdução o caso em que a pessoa
geralmente está dormindo e, de súbito, sente presenças
em seu quarto, narra sensações físicas
desagradáveis e perde totalmente o controle motor, apesar de
acreditar estar plenamente consciente quando acordada. A principal
característica desse estado é a paralisia
completa, com a pessoa mantendo os olhos abertos mas não
conseguindo se mover. Isto foi denominado de ataque
paralisante por psiquiatras e psicólogos, possuindo
todas as características de distúrbio orgânico e
psíquico, recorrente, mesmo que passageiro. É nesse
tipo de transtorno, ou experiência subjetiva, que
ocorrem percepções muito afetas a questões
místicas, Ets atravessando paredes etc. Tratar dos
detalhes disto aqui requereria estender-me de forma enfadonha, mas há
toda uma complexidade de sintomas e características que deixam
tais casos estritamente no campo da manifestação
exclusivamente psíquica, portanto apartada da objetividade que
ufólogos da nossa linha aceitam. Porém os casos de
seqüestros, em que indivíduos são apanhados contra
a sua vontade, e aparentemente levados para interiores desconhecidos,
às vezes com evidências físicas e fisiológicas
notáveis, ocorrem e são bem mais fascinantes. Há
indícios que levam à concreta possibilidade de, estes
sim, serem atribuíveis a fenômenos
genuinamenteufológicos.
O
que é o INFA ?
Como
o são praticamente todos os grupos de estudos ufológicos
do mundo, o INFA Instituto Nacional de Investigação
de Fenômenos Aeroespaciais, é um grupo particular de
pesquisas, presidido pelo grande amigo e excelente ufólogo
Claudeir Covo, de São Paulo. A atuação do INFA,
sua constituição e os resultados de seus estudos, podem
ser encontrados no site www.infa.com.br.
Como
está o desenvolvimento da Ufologia em nosso país?
Da
mesma maneira como está nos outros Países. Aqui
contamos com centenas de estudiosos e interessados. Mas nossa atuação
é limitadíssima e permito-me relembrar o que eu disse
na resposta à sua primeira pergunta. O Ufólogo é
alguém cujo papel é tentar convencer os meios
científicos e governamentais de que o fenômeno é
real (independentemente da crença na origem extraterrestre e
outras) e merece urgente atenção. Cabe às
ciências tratar dele. E não adianta assumirmos uma
postura de que já compreendemos todas as intrincadas
implicações desse fenômeno. Não estamos
nem perto disto. O máximo que conseguimos até agora foi
detectar alguns poucos padrões de comportamento
dele. Como o UFO ainda é algo fantasioso para os meios
acadêmicos oficiais, torna-se uma verdadeira terra de ninguém,
onde uma tentativa de catalogação e observação
objetivas mesclam-se com um misticismo exagerado e emergente, de
modismo. A Ufologia brasileira é elogiável e possui as
tais centenas de estudiosos sérios e competentes. Mas, como a
do resto do mundo, não evoluiu absolutamente nada.
Continuaremos tentando, sem dúvida.
Em
qual estudo o sr. está trabalhando atualmente?
Em
termos ufológicos, continuo , com afinco, atrás das
informações sobre o Caso Varginha. E sempre atento às
ocorrências no Sul de Minas.
O sr. já
escreveu livros? Quais? Como adquiri-los?
Apesar
de, desde há mais de 20 anos, escrever artigos e trabalhos
para publicações especializadas, a Revista UFO editou
recentemente meu livro Na Pista dos UFOs Discos Voadores
no Sul de Minas, que trata das implicações do
fenômeno em minha região. Pode ser adquirido por cupons,
através da própria Revista, que tem distribuição
nacional.
Uma pergunta sobre seu lazer: O sr.
gosta de música? Que
estilo?
Sou
fanático por música. Meu estilo preferido, plagiando
aqui um lance que li certa vez, sou da antiga. Prefiro os
clássicos, como Pink Floyd, Yes, Led Zeppelin.
Tenho tudo do Eletric Light Orchestra e sou fascinado pelo Toto. Em
especial, sou mais do que fanático é pelo Rick Wakeman,
quem realmente merece o título de mago dos teclados.
Como bom portador de manias (afinal, devo honrar minha posição
de ufólogo), sou um wakemaníaco.
Para
terminar, nosso e-zine fala muito de cultura pop.
Qual sua
opinião sobre as seguintes séries de tv:
Projeto
UFO, Arquivo X e ALF, O ETeimoso ?
O Projeto UFO foi baseado no Projeto Blue Book, criado pela Força Aérea dos Estados Unidos na década de 60. Concluiu que UFOs não existem, mas deixou o pequeno número de onze mil (!) casos inexplicados. Portanto tal antiga série torna-se interessante para os curiosos e estudiosos que gostam de colecionar as incursões da televisão pelos caminhos da ufologia. Do Arquivo X, acredite, devo ter assistido uns dois ou três episódios inteiros, no máximo. É uma série inspirada no sigilo e no acobertamento, pelos meios militares e de inteligência, de eventos e descobertas de fundo ufológico. Mas é uma série que não evita os casos de aspecto mais fantasioso, por outro lado. Acho que vale a pena acompanhar.
Alf, o Eteimoso? Prefiro Zé, o papagaio teimoso da Ana Maria Braga. É bem mais engraçado e inteligente.
C - TIME BURETA, 2001.